A forma de pagamento no comércio, diminuiu o mercado de factoring A forma de pagamento no comércio, diminuiu o mercado de factoring
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  • A forma de pagamento no comércio, diminuiu o mercado de factoring

    Há vinte anos, a Anfac dizia que as factorings não poderiam trabalhar com cheques. Grande equívoco que combatemos. Sendo cheques oriundos de operações mercantis, ou seja, de venda de produto ou prestação de serviço, o comerciante poderia endossar e ceder os cheques oriundas dessas operações junto às factorings. Esse mercado de compra de cheques (e não de troca de cheques, este agiotagem) era muito rentável e apresentava menos risco do que a compra de uma duplicata. Explica-se. Com a emissão do cheque o emissor já se comprometia a pagar na data ‘pré-datada’ (o correto pós datado). Não precisava fazer notificação, era só depositar o cheque endossado e avalizado pela faturizada. Com a duplicata, emitida unilateralmente pelo sacador-faturizado, muitas vezes não corresponde uma efetiva venda e compra ou prestação de serviços, ou seja, sem lastro. Enquanto no cheque o devedor já concordava com o pagamento. Na duplicata, para sua criação, basta a nota fiscal e entrega de mercadoria. Mas ora por falta da causa, ora por emissão de mais de uma duplicata sobre a mesma operação, sem dúvida, o maior problema das factorings é a emissão de duplicatas frias. O porcentual de cheques devolvidos não cheque a 4% segundo as estatísticas apresentadas. Ainda se operam com ‘chequinhos’ mas nem longe na proporção de antigamente. Bons tempos!


  • Jurisprudências

    Direito de regresso no caso de insolvência

    Agravo de instrumento n. 2004.033451-8, de Blumenau. Relator: Des. Sérgio Roberto Baasch Luz. AGRAVO DE INSTRUMENTO ¿ AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE ...

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