Troca de chequinho… Assim surgiu grande parte das factorings. Troca de chequinho… Assim surgiu grande parte das factorings.
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  • Troca de chequinho… Assim surgiu grande parte das factorings.

    Até os anos 80 e 90, o cheque pré-datado reinava absoluto, era a maior forma de financiamento informal brasileiro. E a forma de antecipar esse recebível, quando não através de ‘operação de desconto de cheque’ junto ao banco era através do agiota. Veja bem, havia duas modalidades: i) a antecipação do cheque pré-datado de terceiros; ii) a troca de cheques entre e emitente e o agiota. Em ambas as operações o ‘deságio’ variava entre 5% a 10%, descontada a inflação da época, ressalte-se. Era comum a polícia fazer apreensão de cheques pré-datados nos escritórios de agiotas. Denuncias contra esses não faltavam, especialmente feito pelas vítimas. Os agiotas, buscando uma saída legal para manter sua atividade, muito deles, convenhamos, abriram uma empresa de factoring, ainda incipiente e insipiente no mercado. Não se sabia bem o que diferenciava uma factoring de um agiota. Com o tempo foi se separando o joio do trigo e ficou assim: factoring é uma empresa registrada na Junta Comercial que compra recebíveis de seus clientes, mas títulos obtidos com a venda ou prestação de serviços, cujos pagamentos não foram feitos à vista, daí se extraiu uma duplicata, com base numa nota fiscal e comprovante de entrega de mercadoria. Essa duplicata poderia ser substituída por cheque pré-datado, muito utilizado até então. O agiota, em tese, passou a ser aquele que não tem empresa, atua como pessoa física, faz empréstimo pegando um cheque pré-datado no valor superior a 5% ao mês, não importando se o cheque é de terceiro, de preferência, da própria vítima. Muitos agiotas passaram a operar como factoring, dentro da lei, e pela experiência da antiga profissão, tiveram sucesso na nova empreitada, recolhendo impostos, criando empregos, assistindo empresas abandonadas pelos bancos, alcançaram o sucesso. Um dos crimes dos agiotas não é explorar a vítima, mas enfrentar ou concorrer com os bancos, estes detém o domínio da exploração de toda a sociedade, até da lei, reconheça-se.


  • Jurisprudências

    Direito de regresso no caso de insolvência

    Agravo de instrumento n. 2004.033451-8, de Blumenau. Relator: Des. Sérgio Roberto Baasch Luz. AGRAVO DE INSTRUMENTO ¿ AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE ...

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